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 E.E.O.G - ESCRITÓRIO DE ENGENHARIA ODAIR GARCIA

   Residencial           

          

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[Área em construção]

 

 

 

Construção Residencial

As construções residenciais quando feitas em terreno plano, normalmente possuem um pavimento único, o térreo, ou então, um segundo pavimento: o superior, construção essa popularizada de SOBRADO.

Quando executadas em terrenos acidentados, podem ter além do pavimento térreo, um, dois ou casos de até três pavimentos acima do mesmo.

As construções residenciais utilizam-se sempre de técnicas mais simples, desde a fundação até a pintura.

Em termos de fundação os modelos mais usados são as sapatas de alvenaria corrida, vigas baldrames apoiadas em brocas manuais ou estacas, sendo que estas últimas podem ser perfuradas ou escavadas no modelo "strauss".

Em se falando de estrutura e alvenaria, essas fases quase sempre começam em ordem inversa. O normal de uma obra é primeiramente construir-se as estruturas: pilares, vigas e lajes, e posteriormente as alvenarias que chamamos de fechamento. Contudo nas residências as técnicas mais empregadas constituem-se em, logo após os baldrames e impermeabilização dos mesmos, executar-se primeiramente as alvenarias, deixando os espaços dos encontros de paredes e pilares previstos, para serem formados depois das alvenarias parcial ou totalmente prontas.

Também em relação às lajes acontece a mesma coisa: primeiro erguem-se as alvenarias até o respaldo (topo) e então apoiam-se as lajes e em seguida concretam-se conjuntamente as vigas e lajes ao mesmo tempo.

Uma atenção especial que se deve ter na construção residencial é que, quase sempre, posiciona-se a caixa d'água muito encostada na laje, fato que provoca pouca pressão na tubulação, e não muito raro, escutamos reclamações de proprietários de que seu chuveiro ou outro equipamento, que depende de maior pressão, não funcionam corretamente.

Falando ainda em lajes, foram essas sempre as grandes vilãs no que diz respeito ao custo de madeiramento para o escoramento necessários à sua concretagem, contudo, já algum tempo existe no mercado um tipo de laje denominada - laje protendida, praticamente ao mesmo custo das lajes tradicionais (mista ou treliça), que utilizam-se de pouquíssimo madeiramento de escoramento, por serem do tipo autoportante.

Um outro fato digno de nota e merecedor de cuidado é a definição de como irá incidir os preços por metro quadrado na hora da contratação de construtores, empreiteiros ou su-empreiteiros. Para os proprietários, entendidos nesse caso como leigos, acabam sempre caindo numa armadilha legal, da qual depois não pode discutir, por pura falta de experiência e conhecimento do mundo da construção.

Explicando melhor, quando o proprietário pede o orçamento ao empreiteiro, a resposta vem rápida: "... é tanto por metro quadrado". Onde está então a diferença ?    A diferença consiste no seguinte: para o proprietário esse custo envolve a construção da casa, os muros, as áreas externas (jardins, área de lazer, churrasqueira, etc...), só que a praxe dos empreiteiros é que a área calculada corresponde única e exclusivamente à projeção da casa propriamente dita. Muros, áreas externas, portões de frente - entrada social e garagem, piscinas, áreas de lazer cobertas ou descobertas, churrasqueiras, tubulações de captação e drenagem, poste e padrão CPFL de entrada de energia, caixa e interligação de água de entrada de abastecimento, etc.., sempre será orçado à parte pelo empreiteiro. Esses valores todos no final da obra chegam a representar até 30% a mais no custo total.

 

 

 

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Última modificação: 22 March, 2004